Seguros cobriram 45% das perdas econômicas globais, totalizando US$ 275 bilhões decorrentes de desastres naturais em 2022. A sustentabilidade ambiental está sendo cada vez mais destacada no mercado de seguros.
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A degradação do meio ambiente tem impactos significativos na economia. E o setor de seguros, em particular, tem um papel essencial na proteção da sociedade.
Como também, na promoção do desenvolvimento e na estimulação da inovação, tornando-se um dos pilares importantes na busca pela sustentabilidade.
Conforme os dados do Relatório de Sustentabilidade elaborado pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), seguradoras que levam em consideração as questões ambientais, sociais e de governança (ASG) no desenvolvimento de produtos e serviços saltou de 43%, em 2016, para 73,7% em 2021.
Contribuições para a Agenda de Sustentabilidade Global
O mercado de seguros desempenha um papel crucial na agenda internacional da sustentabilidade, pois sua especialização em gestão de riscos é fundamental para a adaptação a um cenário climático em transformação.
Em 2022, cerca de 45% de perdas econômica globais decorrentes de desastres naturais, somando-se em US$ 275 bilhões, foram cobertos por seguros.
Desta forma, reafirma a tendência de um aumento médio anual de 5% a 7% nas perdas seguradas nas últimas três décadas, de acordo com o relatório sigma da Swiss Re.
A função social do seguro abrange a subscrição e gestão de riscos, além do investimento de recursos financeiros, contribuindo para a resiliência financeira e a adoção de práticas sustentáveis.
Sustentabilidade no Mercado de Seguros: Circular Susep 666/22
A Circular da SUSEP n° 666 de 2022 busca incorporar os riscos de sustentabilidade, especialmente relacionados às mudanças climáticas, no setor de seguros.
Nesse sentido, a norma define conceitos de riscos climáticos e ambientais. Além disso, ela exige implementação de políticas de sustentabilidade. Como resultado, essa regulamentação impactará a contratação de seguros para diversos setores econômicos, exigindo a integração do eixo de sustentabilidade nas empresas.
Contudo, a nova regulamentação representa uma mudança de paradigma no setor de seguros, pois as seguradoras deverão considerar os riscos ambientais e de sustentabilidade para definir prêmios e políticas.
Insurtechs: um mundo mais sustentável
As insurtechs contribuem com a sustentabilidade por meio de soluções inovadoras e tecnológicas.
Essas startups utilizam tecnologias como computação em nuvem, aprendizado de máquina, inteligência artificial, entre outras, o que diminui significativamente a necessidade de máquinas e locais físicos.
Essa abordagem proporciona redução no consumo de energia elétrica, e economias de até 40%.
Vale ressaltar que, as insurtechs contribuem para a absorção de energia renovável e oferecem apólices de seguro para painéis solares e turbinas eólicas. Ao garantir essas tecnologias, fornecem proteção e incentivo para investimentos em energia renovável.
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