Em um cenário com a taxa da Selic 13,75%, batendo o patamar mais elevado desde dezembro de 2016, juros altos e aumento da inadimplência reforçam, ainda mais, a possibilidade de um “Credit Crunch” atingir a economia brasileira.
4 min de leitura – Por Felipe Amorim, Fundador e COO da FINN Seguros, empresa reconhecida pela Revista Apólice com o prêmio O Melhor em Digitalização do Seguro Garantia 2022. Formado em Administração pela Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), o especialista em Seguros Garantia segue com uma carreira sólida há mais de 15 anos nas áreas comercial, planejamento e gestão financeira.
O jargão “credit crunch”, muito conhecido por economistas, vem ganhando notoriedade nessas últimas semanas, e gerando tensão no mercado. O termo é usado para designar crise de crédito, o que significa um encolhimento repentino e severo do acesso ao crédito por instituições financeiras.
Esse fenômeno acontece quando os bancos (credores) passam por incertezas econômicas ou financeiras, seja por insegurança política ou instabilidade financeira. Esse tipo de crise afeta investimentos e o consumo, reduzindo a atividade econômica, impactando empresas negativamente, podendo levá-las à falência.
Segundo o Boletim Focus, a projeção do IPCA deste ano passou de 5,96% para 5,98%. Para 2024 a projeção subiu de 4,13% para 4,14% na última semana, contra 4,02% de quatro semanas atrás. Vale destacar que a taxa básica de juros da economia Selic segue com 13,75% ao ano, sem indícios de arrefecimento.
O Incipiente Credit Crunch: A Interseção Entre O Efeito Dominó Americanas (AMER3) e o Efeito Cascata da Falência do SVB (SIVB)
Dentro de um contexto com juros elevados, desaceleração da economia e aumento de inadimplência, foi divulgado recentemente um rombo bilionário na varejista Americanas (AMER3). A princípio, derivado de operações de risco sacado não contabilizadas ou contabilizadas incorretamente. O risco sacado é um serviço oferecido por bancos, que trata-se de antecipação de recebíveis, ou seja, a empresa adianta pagamento aos fornecedores por meio de empréstimos bancários.
E nessa conjuntura os maiores bancos brasileiros estão arrolados, o que eleva o grau de incerteza em relação às finanças corporativas, aumentando a aversão ao risco por parte dos investidores e instituições financeiras. Como consequência, observa-se uma tendência de encolhimento nas concessões de crédito, com uma redução de 9,5% em fevereiro, pelo segundo mês consecutivo, de acordo com os dados do Banco Central divulgados no mês de março.
O contexto econômico global também sofre um choque inflacionário, decorrente da volatilidade da curva de juros, que tem registrado saltos expressivos. Os efeitos da falência do banco Silicon Valley Bank (SIVB), uma instituição com histórico de mercado há mais de 40 anos, fragilizou ainda mais o sistema financeiro. Assim, aumentando o risco de contágio e intensificando a contração de crédito e da economia mundial.
Sabemos que o sistema financeiro é o principal credor para toda a economia, tendo em vista todos os acontecimentos, flutuações na política monetária, instabilidade macroeconômica e a ascendência de problemáticas como, desemprego e inadimplência, sua retração e adoção de posturas mais conservadoras e restritivas é previsível.
Seguro Garantia Completion Bond: Mitigador de Crises de Crédito
No mundo dos negócios, estar preparado para imprevistos é tão importante quanto buscar oportunidades. E em tempos de crises, grandes empresas se destacam pela sua capacidade de encontrar soluções inovadoras e eficazes para manter seus negócios competitivos.
Portanto, o Seguro Garantia Completion Bond surge como um fator determinante na reconfiguração do panorama econômico atual dentro das empresas.
O Seguro Garantia Completion Bond é um instrumento financeiro muito utilizado em períodos de credit crunch. Ao optar por essa modalidade de seguro, a empresa reduz os riscos de crédito e aumenta a confiança dos credores. Desta forma, favorece a obtenção de melhores condições de financiamento. A conclusão e execução do contrato é garantida por uma seguradora, mitigando riscos de inadimplência para o financiador (Instituição financeira ou Fundo).
Em tempos de crise de crédito, ele é uma peça estratégica para empresas que buscam a obtenção de financiamentos. Pois, reduz a exposição da empresa a riscos financeiros em um momento de incertezas, uma vez que a obrigação do tomador (parte que contrata) passa a ser da seguradora.
O custo desse tipo de seguro é uma grande vantagem, por ser relativamente acessível. Além de que, ao invés de apresentar depósitos em espécie/ativos como garantia em empréstimos, com o Seguro Garantia a empresa direciona-os para outros fins. Contudo, uma ferramenta que tem o poder de preservação da competitividade e saúde financeira do negócio.
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